Fonte do Brasileiro, Coelhoso, Bragança
Situa-se um pouco afastada do centro da aldeia. Provavelmente, fruto do dinheiro de algum emigrante, em terras lusas...
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Outras fontes em Coelhoso: Fonte das Cantarias, Fonte no Largo Moisés Leonel Martins.
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Situa-se um pouco afastada do centro da aldeia. Provavelmente, fruto do dinheiro de algum emigrante, em terras lusas...
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Outras fontes em Coelhoso: Fonte das Cantarias, Fonte no Largo Moisés Leonel Martins.
Encostada à parede do Convento de Arouca. À semelhança de outras existentes no Cláustro central, também data do século XVIII. Atualmente, e tal como acontece noutras fontes do país, uns coloridos peixinhos dão alegria e vida a estes monumentos nem sempre valorizados pela população.
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GPS: 40.9281263,-8.2471454
Outras fontes em Arouca: Parque Municipal Rainha Santa Mafalda, Fonte na Praça Barão de Vasconcelos, Fonte na Quadra Central do Convento, Cozinha do Mosteiro.
Quem visita a Igreja de Rôge, um edificío barroco do século XVIII, mal nota que, no seu exterior, houve, em tempos, uma fonte. Só um olhar mais apurado, e habituado a ver fontes, é que repara em certos elementos e no espaço por onde, em tempos, correu água.
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GPS: 40.8531328,-8.3565589
Outras fontes nesta localidade: Fonte da Moreira.
Uma bonita fonte que, felizmente, ganhou ainda mais beleza com o arranjo do espaço à sua volta. Apenas falta uma sinalética para se aceder a ela, mais facilmente.
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GPS: 40.8528237,-8.3565209
Outras fontes nesta freguesia: Fonte junto à Igreja, Fonte de Nossa Senhora da Boa Esperança,
Mais uma vez, recorro à ajuda de um leitor de Aveiro, o senhor Francisco Trindade, que me enviou um texto sobre a mesma. Contudo, a descrição de Rangel de Quadros, de 1903, em nada coincide com a fonte que, atualmente, se encontra no lugar descrito e que até ostenta uma data mais recente (196?1). Terá sido deslocada, para aqui, nessa altura, e sofrido alterações significativas? Ou tratar-se-á de outra fonte, que veio substituir a anterior? Rangel de Quadros fala em mais fontes que não chegaram aos nossos dias. Será este o caso? Pelo sim, pelo não, fiquemos com a descrição da antiga Fonte das Silhas:
(...) A fonte (...) tem uma só bica, semelhante às que estão nas fontes de Vilar e Quinta do Gato. O tanque é rectangular e fica um pouco acima do pavimento. É bastante grande e para ele se desce por sete degraus sendo limitado por quatro muros de suporte, com parapeitos e formados de adobos. (...)
A água da “fonte das Silhas “ é muito potável, mas em geral os habitantes do sitio preferem a da fonte de Vilar para as comidas e para beberem. E aqueles a quem é permitido o utilizarem-se da água da fonte da quinta dos srs. Barbosas, preferem-na a qualquer daquelas fontes, (...) porque raras vezes seca, ainda que a estiagem seja intensa. Essa vantagem não oferece a Fonte das Silhas, (...) o seu líquido torna-se então menos grato ao paladar.
Nota: Na grafia atual aparece Cilha...
GPS: 40.6228728,-8.6266841
Outras fontes nesta zona: Fonte da Pedra, Fonte em Areias de Vilar.
Também por Cacia as fontes e chafarizes estão completamente abandonadas...



GPS: 40.6718192,-8.5879564
Na freguesia de Santa Joana há três fontes e todas elas em mau estado. A que fica na rua de São Brás é a menos degrada, talvez por ficar numa artéria principal. A torneira já não existe, o cano está estragado e a placa identificativa já mal se consegue ler: aparentemente indicava C.M. (?) e o ano de 18?2.


GPS: 40.6302219,-8.6216606
Outras fontes nesta freguesia: Fonte na Quinta do Torto, Fonte na Rua da Fonte e Fonte da Azenha.
Perto do balneário da Rainha D. Amélia encontrei este antigo chafariz. No dia em que o fotografei, não estava a funcionar. Não sei se foi só nesse dia ou se, por norma, está sem água. É uma pena: nem todas as localidades se podem gabar de ter um chafariz com a data de 1639.
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Outras fontes nesta localidade: Torneira, Fonte de São Martinho, Jato de água, Fonte na Avenida da Ponte, Fonte no Largo da Cerca, Fonte junto à Igreja de Santo António.
A propósito do Grande Prémio Portugal Nacional 2, que por esta hora se inicia em Chaves, publico a contribuição de um amigo, apaixonado não só pelas bicicletas como também por esta estrada nacional. A acompanhar as fotografias, enviou o seguinte texto:
Um dos parques de descanso/merendas, com fonte e bebedouro situado na Estrada Nacional 2 (EN2)*, este, já desativado e vandalizado, situa-se ao Km 714,6 em plena serra do Caldeirão já próximo de S. Brás de Alportel. Não consigo saber a data de construção, mas existe nas proximidades uma casa que data de 1944 e que foi habitação do cantoneiro: homem que fazia a manutenção da estrada e do parque. Logo, o parque deve ser mais ou menos da mesma altura.
Sobre a Estrada Nacional 2:
* Foi Estrada Real nos finais do séc. XIX. Em 1884 era a Estrada Distrital N128 e o seu percurso ia de Faro a Castro Verde; em 1910 era a Estrada Nacional N17 e o seu percurso já ia de Faro a Beja. Posteriormente foi a Estrada Nacional N19-1 assumindo, definitivamente, o título de Estrada Nacional 2, em 1944. Esta, faz a ligação entre Chaves e Faro num percurso vertiginoso pela espinha dorsal do país. Os 738,5 km fazem dela a mais extensa estrada nacional e da Europa e a 3ª maior estrada do mundo. É a única que atravessa Portugal de lés a lés, passando por 11 distritos e 34 concelhos.
Obrigada, Jorge, mais uma vez, pela tua contribuição!
Mais um chafariz abandonado que só não está mais degradado por não haver muito que destruir. E tanto jeito que dava abastecer quem passa, nos dias de mais calor:
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Outras fontes nas redondezas: