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Fontes, bebedouros e chafarizes

Fontes, bebedouros e chafarizes

21
Jul19

Lago das conchas, Jardins do Palácio de Queluz, Lisboa

JL

A fonte faz lembrar uma salva de prata e é da autoria de Robillion, um dos arquitetos do Palácio, que aqui relembra a sua anterior profissão, quando trabalhava com um afamado ourives francês de seu nome Thomas Germain. 

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GPS: 38.750503, -9.257931

Outras fontes nas proximidades: Canal dos azulejos, Lago das Medalhas, Fonte de Neptuno, Grande Cascata, Lago de Nereide,  

20
Jul19

Lago de Nereide, Jardins do Palácio de Queluz, Queluz, Lisboa

JL

Ligeiramente afastado do Palácio mas, mesmo assim, um local onde se concentram muitos visitantes. Da  autoria de John Cheere, um britânico com cerca de 14 estátuas neste Jardim, é dedicado às ninfas do mar. 

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GPS: 38.750503, -9.257931

Outras fontes nas proximidades: Canal dos azulejos, Lago das Medalhas, Fonte de Neptuno, Grande Cascata, Lago das Conchas, Lago de Nereide,  

19
Jul19

Lago de Neptuno, Jardins do Palácio de Queluz, Queluz, Lisboa

JL

O Lago foi criado por Robillion, em 1771, e apresenta um conjunto escultório trabalhado por John Cheere, centrado na representação de Neptuno, Tethis e seu filho Aquiles. À sua volta vemos uma série de outras estátuas do mesmo artista inglês:  “Primavera”, “Verão”, “Outono”, “Meleager e Atlanta”, “Vertumnus e Pomona”, além de “Marte” e “Minerva” que ladeiam a porta principal da Fachada de Cerimónia.

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GPS: 38.750503, -9.257931

Outras fontes nas proximidades: Canal dos azulejos, Lago das Medalhas, Fonte de Neptuno, Grande Cascata, Lago das Conchas, Lago de Nereide, Lago de Neptuno, 

18
Jul19

Canal de Azulejos, Jardins do Palácio Nacional de Queluz, Lisboa,

JL

Uma das belezas destes jardins encontra-se aqui, junto da Escadaria de Robillion, onde a ribeira do Jamor, que atravessa todo o parque, foi aproveitada para lazer e entretenimento da Família Real. As paredes internas do canal,  o arco de suporte e até as escadas de acesso ao riacho foram revestidos por painéis de azulejos policromados ou com motivos em azul e branco, datados de 1756, numa extensão de 115 metros. Na parte central do canal erguia-se a Casa do Lago, uma “casa de fresco” decorada em chinoiserie ao gosto da época. Também chamada Casa Chinesa ou Casa da Música, nela tocava a orquestra de câmara da rainha, nas tardes de verão, enquanto a família real passeava de "gôndolas" sobre as águas espelhadas que, aprisionadas por um sistema de comportas, refletiam os azulejos do interior das paredes, com representações de palácios, portos de mar e ruínas da Antiguidade. Nessa altura, esse Canal de Azulejos era também conhecido por Lago Grande. À noite, ao longo do canal, acendiam-se archotes em forma de cornucópias de talha dourada.

Quem o vê, agora, dificilmente consegue imaginar o que aqui se passava, há pouco mais de 100 anos... 

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GPS: 38.750503, -9.257931

Outras fontes nas proximidades: Canal dos azulejos, Lago das Medalhas, Fonte de Neptuno, Grande Cascata, Lago das Conchas, Lago de Nereide,  

17
Jul19

Cascata das Conchas, Jardins do Palácio Nacional de Queluz, Lisboa

JL

De seu nome Real Quinta de Recreio pois, inicialmente, seria pensado para servir de cenário às festas da Família Real, sobretudo entre 1752 e 1786. É um dos últimos grandes edifícios em estilo rococó erguidos na Europa. A construção do Palácio iniciou-se em 1747, tendo como arquitecto Mateus Vicente de Oliveira. Apesar de ser muito menor, é chamado frequentemente o "Versailles português". Os seus jardins abrangem cerca de 16 hectares e, em tempo, albergaram várias espécies de animais exóticos. Foi dotado de um complexo sistema hidráulico, para fazer jorrar a água nas diversas fontes e lagos (cerca de 15, segundo dizem). É Monumento Nacional desde 1910.

A visita aos Jardins começa na escadaria Robillion, junto à Cascata das Conchas. Foi aqui que, em 1822, foram construídas as jaulas onde eram mantidos em cativeiro animais exóticos como leoas, tigres e macacos.

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GPS: 38.750503, -9.257931

Outras fontes nas proximidades: Canal dos azulejos, Lago das Medalhas, Fonte de Neptuno, Grande Cascata, Lago das Conchas, Lago de Nereide,  

16
Jul19

Chafariz da Carranca, Largo do Palácio de Queluz, Queluz, Lisboa

JL

Situado em Queluz, o Chafariz da Carranca é também conhecido por Fonte da Pedra Lavrada. Fundado no século XVIII, de estrutura monumental e estilo barroco tardio, o chafariz é constituído por tanque de pedra curvilíneo e com os topos ovóides. O nome advém da Carranca por onde jorra a água. Uma placa avisa que a água não é potável e outra que não é permitido lavar carros! Infelizmente, é permitido estacionar a sua frente, o que impede fotografias mais centradas! 

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GPS: 38.7499524,-9.2571889

Outras fontes nas imediações: Fonte no Palácio de Queluz.

15
Jul19

Fonte Filipina, Jardim Visconde da Luz, Cascais, Lisboa

JL

Esta fonte foi, inicialmente, destinada a Portalegre, uma oferta do rei Filipe III. Encontrava-se na atual Praça da República, onde antes se realizava o mercado. Em 1890, a Câmara retirou-a desse local e vendeu-a a um industrial que nunca a chegou a montar. Posteriormente, George Robinson vendeu-a a um antiquário de Lisboa que, por sua vez, a vendeu à Câmara de Cascais, que a colocou num do centro da vila. 

Numa das suas laterais, tem gravada a data de 1623 e, na outra, o brasão da cidade de Portalegre.

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GPS: 38.699652, -9.420918

14
Jul19

Fonte da Sabuga, Sintra, Lisboa

JL

Uma fonte antiquíssima mas, infelizmente, um pouco desconsiderada. Retirarem 2 ou 3 carros da sua frente não seria assim tão prejudicial ao trânsito (caótico) de Sintra mas os benefícios seriam muito mais.

As referências a esta fonte já vêm do século XII, quando as suas águas eram conhecidas por "abrandarem a tosse"; mais tarde, século XVIII, já lhe atribuíam qualidades no tratamento de diarreias. Atualmente, as causas digestivas são destacadas.

Infelizmente, já perdeu os azulejos, que aparecem em gravuras antigas

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GPS: 38.7953944,-9.3894582

Outras fontes, nas proximidades:  Fonte dos PisõesFontes na Quinta da Regaleira.

13
Jul19

Fonte das Quimeras, Quinta da Regaleira, Sinta, Lisboa

JL

A Fonte das Quimeras, situa-se no terraço com o mesmo nome. Apresenta-se com três taças circulares, sendo, a água do topo projetada na vertical, diretamente para uma taça inferior, apoiada por quimeras (= monstro hibrído com cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de dragão que, na mitologia, seduz e desencaminha quem a ela se entrega). Essas figuras jorram água pela boca, tendo quatro delas um búzio sob as patas e apenas uma segura  uma vieira (a que está voltada para uma das entradas da Quinta). A concha é considerada uma alusão à fecundidade e também à prosperidade e sorte. Na base da fonte podem ser vistos relevos de figuras mitológicas marinhas.

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GPS: 38.7911418,-9.3931388

Outras fontes nas proximidades: Chafariz dos Pisões, Fonte dos Guardiães, Fonte Íbis, Gruta de Leda, Lago da Cascata, Fonte da Abundância.

12
Jul19

Gruta da Leda, Quinta da Regaleira, Sintra, Lisboa

JL

A Gruta da Leda está situada na base do Jardim da Perpétua. Apresenta formato hexagonal e abriga uma cascata e um tanque, onde há uma escultura de mulher com um cisne ao lado – o que remete à mitológica “Leda (rainha de Esparta) que foi seduzida por Zeus, transfigurado em um cisne. Por outro lado, a mulher segura uma pomba entre as mãos (símbolo do Espírito Santo) o que, segundo algumas teorias, estabeleceria uma analogia simbólica com a Imaculada Conceição  (o corpo físico fecundado pelo ser espiritual).

Outra interpretação alude a “Senhora do Lago”, lembrando que o ganso era o símbolo primitivo de agremiações de mestres construtores cristãos que tinham como padroeira Santa Madalena (Magdala). Até mesmo a  lenda do Rei Artur  é  usada como referência para lembrar que a “Senhora do Lago” é a mãe de Lancelote (Cavaleiro do Cisne) –  o mais perfeito dentre todos os Cavaleiros.

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GPS: 38.7911418,-9.3931388

Outras fontes nas proximidades: Chafariz dos Pisões, Fonte dos Guardiães, Fonte Íbis, Fonte das Quimeras, Lago da Cascata, Fonte da Abundância.

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